A ORQUESTRA

Fundada em 1978 pelo Maestro Florentino Dias, é reconhecida de utilidade pública estadual e municipal, sem fins lucrativos.

Apresenta várias opções: Concertos Especiais no Teatro Municipal, Sala Cecília Meireles, Golden Room, Garden Hall e salas semelhantes; Concertos Didáticos e Universitários, nas escolas de 1o. e 2o. Graus (com explicação sobre obras, composição da orquestra e seus instrumentos etc, e que servirão como tema para matérias como português, geografia, história etc) e universidades (uma extensão dos concertos didáticos, onde haverá debates e informações mais detalhadas); Concertos ao Ar Livre, subdivididos em "Viena no Rio", comunidades carentes, e "Odisséia no Espaço". Esta modalidade tem início com Uma Odisséia no Espaço, da obra "Assim falou Zaratustra", em homenagem ao compositor Richard Strauss que é o titular da Cadeira que o Maestro Florentino Dias ocupa como "imortal" na Academia Internacional de Música, e também concertos em igrejas, empresas e fábricas.

Sua administração compõe-se de Diretoria, Quadros de Patronesses e de Patronos, e Conselho Deliberativo dos quais fazem parte pessoas da mais alta expressão cultural da nossa sociedade. Compõe-se de 70 músicos profissionais, merecidamente homenageados com "Moções" em várias oportunidades.

Além de solistas convidados do exterior, como a pianista Katarina Krpan e o tenor Renato Francesconi, vários regentes famosos do mundo inteiro já se apresentaram à frente da Filarmônica do Rio de Janeiro. Dentre eles os maestros Bernard Wahl (França), Barry Kolman (USA), Ahmed Elsaedi (Cairo), Filippo Zigante (Itália), Fabiano Mônica (Itália), Alexander Frey (Alemanha), Álvaro Cassuto (Portugal) e Amy Mills (Estados Unidos).

A Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro tanto apresenta concertos totalmente eruditos, nas principais Salas, como repertórios em que alterna clássicos populares com populares clássicos, de Ravel/Strauss a Ary Barroso/Tom Jobim.