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Fundada
em 1978 pelo Maestro Florentino Dias, é reconhecida de utilidade pública estadual
e municipal, sem fins lucrativos. Sua
administração compõe-se de Diretoria, Quadros de Patronesses e de Patronos, e
Conselho Deliberativo dos quais fazem parte pessoas da mais alta expressão cultural
da nossa sociedade. Compõe-se de 70 músicos profissionais, merecidamente homenageados
com "Moções" em várias oportunidades. Além de solistas convidados do exterior, como a
pianista Katarina Krpan e o tenor Renato Francesconi, vários regentes famosos
do mundo inteiro já se apresentaram à frente da Filarmônica do Rio de Janeiro.
Dentre eles os maestros Bernard Wahl (França), Barry Kolman (USA), Ahmed Elsaedi
(Cairo), Filippo Zigante (Itália), Fabiano Mônica (Itália), Alexander Frey (Alemanha),
Álvaro Cassuto (Portugal) e Amy Mills (Estados Unidos). A
Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro tanto apresenta concertos totalmente eruditos,
nas principais Salas, como repertórios em que alterna clássicos populares com
populares clássicos, de Ravel/Strauss a Ary Barroso/Tom Jobim.
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